Globo acaba com a era dos mega salários dos âncoras das bancadas dos telejornais



Um dos nomes mais conhecidos do jornalismo de fofocas de celebridades, Leo Dias, disse que acabou a era dos mega salários dos âncoras das bancadas dos telejornais.

O colunista citou como um exemplo, o Grupo Globo, que passou por uma reestruturação financeira ao ver seus custos desproporcionais à margem de lucro. Os âncoras das bancadas dos telejornais, que sempre foram contratados no regime de pessoa jurídica, tiveram suas carteiras de trabalho assinadas e o salário renegociado.


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Desde 2019, o grupo vem fazendo demissões pontuais, em meio ao plano de fusão das empresas do grupo.

Segundo o colunista, em 2020, todos tiveram redução de 25% devido ao programa Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEm), que acabou em 1º de janeiro.

De forma não oficial, Leo Dias citou a estimativa de salários dos principais nomes do jornalismo da TV Globo. Segundo o colunista, estima-se que William Bonner, que acumula a função de âncora com a de editor-chefe do Jornal Nacional, receberia, antes da redução, entre R$ 700 mil e R$ 1 milhão por mês, enquanto Renata Vasconcellos teria um salário de R$ 300 mil a R$ 500 mil.

Já os apresentadores do Fantástico, Poliana Abritta e Tadeu Schmidt, receberiam cerca de R$ 200 mil por mês cada um. Agora, somente JN e Bom Dia Brasil terão números que chamam atenção quando o assunto é contracheque. Já a massa de jornalistas que fica por trás das câmeras têm um salário médio de R$ 4 mil.


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