Na ONU, ministro Ernesto Araújo alerta sobre ameaças às liberdades individuais e pede união contra censura



O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, falou ao Conselho de Direitos Humanos da ONU nesta manhã, quando defendeu a liberdade de expressão e conclamou a comunidade internacional a debater as ameaças às liberdades fundamentais que vêm se avolumando. Ernesto Araújo lembrou que “as bases do Direito Internacional, dos Direitos Humanos, foram assentadas pela Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948, que definiu claramente as liberdades fundamentais como elemento determinante da dignidade de todas as pessoas”. O ministro apontou que, “No entanto, as liberdades fundamentais são hoje ameaçadas por desafios crescentes, e a crise da covid apenas contribuiu para exacerbar essas tendências. Sociedades inteiras estão se habituando à ideia de que é preciso sacrificar liberdade em nome da saúde”.

Ernesto Araújo expôs: “O grande desafio de hoje é aquilo que chamo de tecnototalitarismo. Do bloqueio de plataformas e sites até o controle de conteúdos e informações, das medidas judiciais e leis que criminalizam atividades online até o emprego abusivo ou equivocado de algoritmos, a maré crescente de controle da internet, por diferentes atores, movidos por objetivos econômicos ou ideológicos, precisa ser detida”.


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