Roberto Jefferson rebate ataque de Huck e Globo a Bolsonaro e expõe hipocrisia de adversários do presidente



Por meio de suas redes sociais, o presidente do PTB, Roberto Jefferson, retrucou Luciano Huck e matérias do Grupo Globo no que concerne à mudança na diretoria da Petrobras realizada pelo presidente Jair Bolsonaro. Bolsonaro indicou o general Joaquim Silva e Luna, então diretor da Itaipu Binacional, no lugar de Roberto Castello Branco, que havia sido indicado por Bolsonaro após as eleições de 2018. Luciano Huck criticou a mudança feita na diretoria da Petrobras e disse que “o populismo dá prejuízo”.

Roberto Jefferson retrucou: “Não lembro de ter visto Huck falar coisas como ‘a corrupção dá prejuízo’ na época em que o PT quase destruiu a Petrobras com a roubalheira e as obras com desvios bilionários.
Li na extrema imprensa análises dizendo que Bolsonaro, ao trocar de presidente na Petrobras, se iguala a Dilma.
Eu gostaria de ver, a título de experiência, uma das três irmãs Marinho, é vero, irmãs, presidindo a Petrobrás. Exibiríamos, em capítulos, ao Brasil, o enredo e o roteiro dessa novela: ‘A gestão pública de um ladrão de cartola’.


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Existe uma grande diferença entre Bolsonaro e Dilma em relação à Petrobras: o monumental esquema de corrupção promovido pelo governo dela e que quase quebrou a empresa.
Bolsonaro acertou no nome para a Petrobras. O General Silva e Luna deu nova cara à Itaipu, fechando o escritório de Curitiba e migrando para Foz do Iguaçu empregados da capital paranaense, o que contribuiu e muito para reduzir gastos com passagens e diárias. É um excelente gestor.
O General Silva e Luna entrou em Itaipu com a missão de colocar ordem na bagunça que o PT promoveu por lá. E colocou! O General adotou uma gestão austera, com cortes de desperdícios e o redirecionamento de recursos para obras importantes. É um excelente nome para a Petrobras.
A extrema imprensa criticou a escolha do presidente Bolsonaro por um general para presidir a Petrobras. Bom mesmo para a nossa imprensa era o Gabrielli, que fez jorrar dinheiro de publicidade e quase levou a estatal à falência com o abastecimento das campanhas petistas.
Questionam a indicação de um general para à Presidência. Esquecem que foi um general (Geisel) que na Pres. da Petrobras abriu com ‘a prata da casa’ as portas do Pré Sal.
Em todos os governos, quem indica o Presidente da Petrobras, pela sua importância é o Presidente da República.
A Petrobras é uma empresa de engenheiros, geólogos e não predominantemente de gente de mercado financeiro.
Inacreditavelmente, o presidente atual há meses não despacha na companhia.
Como dirigir empresa desse porte virtualmente?
É absolutamente surreal!!!

A Petrobras segue a política de preços internacionais de Petróleo. Isso não impede que se possam criar fundos de estabilização de preços alimentados por royalties do petróleo.
Assim o consumidor não seria atingido pela volatilidade do preço do petróleo no mercado internacional.
O Brasil não suporta uma escalada de preços de combustíveis como a anunciada pela atual Diretoria da Petrobras.
É uma brutalidade, um assalto contra o consumidor.
Todo aumento de combustível sempre foi discutido previamente com o Ministério da Economia e o Presidente da República pelo impacto que sempre causa. Independentemente do regime de precificação. Esses tecnocratas da banca financeira sequer conversaram com o Presidente sobre isso.
Corretores do Sistema Financeiro, criticam o Presidente, estimulando com as ‘críticas’ a perda de valor da companhia, pra comprar ações na baixa vendendo na alta, realizando lucros futuros. É o tal mercado que, a título de defender a Petrobras,especula pra ganhar mais dinheiro.
A coisa é tão surreal que um ex-presidente da Shell, Omar Carneiro da Cunha, é conselheiro da Petrobrás. Brincadeira!
Depois falam em ‘compliance’.
Me engana que eu gosto.
Me lembrei de um velho pensador francês:’A hipocrisia é a homenagem do vício a virtude’.
Abração, Presidente Bolsonaro.
Brasil acima de tudo. Deus acima de todos”.

Neste contexto, Jefferson também rebateu o escritor Raduan Nassar, afirmando: “O escritor Raduan Nassar disse à Folha que ‘estamos vivendo uma tragédia, mas precisamos resistir a Bolsonaro’. Alguém viu esse escritor falar alguma coisa enquanto o Brasil era roubado no governo do PT?
Ah, ele também defendeu a candidatura de Lula em 2022. Está explicado”.

Outrossim, ao publicar uma imagem com menos de 10 militantes de esquerda, ele comentou:
“A extrema imprensa coloca uma manchete escandalosa: ‘Protestos contra Bolsonaro em 12 estados’. Aí você vai ver as imagens dos ‘protestos’ e vê coisas como essa aí. Milhões de pessoas contra Bolsonaro…”.


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