General eleva o tom e dispara após decisão de Fachin: ‘Vitória do banditismo’



Depois de somente algumas horas em silêncio, o general de divisão Eduardo José Barbosa, presidente do Clube Militar, emitiu uma nota em que profere críticas acerca da decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, que anulou as condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Intitulado de “Lugar de ladrão é na cadeia”, o texto afirma que, no Brasil, “aqueles que julgam são alinhados políticos daqueles que são julgados”. Para o general, “novos processos em outras varas são uma artimanha grotesca para que o meliante fique definitivamente impune”.



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Ao concluir a nota, Barbosa afirma que “toda a comunidade criminosa do país e seus aliados mundo afora devem estar festejando a vitória do banditismo”. O general foi eleito para o clube na chapa do então general da reserva Hamilton Mourão, que se afastou em 2018 para ser o vice do então candidato Jair Bolsonaro. O militar é colega de turma do presidente da Academia Militar das Agulhas Negras (Aman) – ambos se formaram em 1977 – e apoiou a candidatura de Bolsonaro nas últimas eleições presidenciais.

O General já havia externado em outras ocasiões opiniões contrárias a decisões da Suprema Corte que afetavam aliados do Chefe de Estado – como a prisão do deputado federal Daniel Silveira (PSL – RJ) por crime contra Segurança Nacional, ao ameaçar ministros do Supremo. No ensejo, Barbosa indagou:

“Por que esses supostos crimes praticados pelos apoiadores do presidente recebem alta prioridade nas investigações, enquanto crimes cometidos por aliados ideológicos ou denúncias contra os próprios ministros do STF ficam sem investigação ou aguardando a prescrição?”

 

Ademais, no documento o general ainda argumenta que: “a desculpa encontrada (para anular as condenações de Lula) não convence nem alunos do maternal”. “Ou alguém acredita que algum desses processos chegará a transitar em julgado (depois de centenas de recursos) com o ‘paciente’ vivo? Lugar de ladrão é na cadeia…. mas não no Brasil onde aqueles que julgam são alinhados políticos daqueles que são julgados.”

A informação é do jornal Estadão.


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