Gilmar Mendes veta cultos religiosos em SP e , indiretamente, chama Kassio Nunes de “negacionista”



O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou, na tarde desta segunda-feira (05), um pedido apresentado pelo PSD, o qual contestava o decreto do governador de São Paulo, João Doria, que proibia a realização de cultos e missas presenciais no Estado.


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Na prática, a decisão de Gilmar Mendes contraria a liminar concedida pelo ministro Kassio Nunes Marques, também magistrado da Suprema Corte, que liberou a realização de cultos e missas presenciais em todo país. Com isso, Mendes enviou o caso para julgamento no plenário do STF para que seja analisado por todos integrantes do tribunal.

De acordo com a assessoria da Corte, o presidente do STF, Luiz Fux, agendou o julgamento do tema para a próxima quarta-feira (07), a partir das 14h.

Gilmar Mendes afirma, no texto, que “apenas uma postura negacionista autorizaria resposta em sentido afirmativo” pela liberação dos cultos.

“Quer me parecer que apenas uma postura negacionista autorizaria resposta em sentido afirmativo. Uma ideologia que nega a pandemia que ora assola o país, e que nega um conjunto de precedentes lavrados por este Tribunal durante a crise sanitária que se coloca”, completou o ministro.


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