Exército americano faz exercício de tiro com tropas brasileiras no Rio



Cerca de 240 militares do Exército americano realizam nesta semana um exercício conjunto com tropas brasileiras em Resende, no interior do Rio de Janeiro.

Nesta quarta-feira, 8, tropas dos dois países fizeram disparos com munição real de artilharia e usaram helicópteros, lança-foguetes, blindados e metralhadoras pesadas.



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“Essa é uma ótima oportunidade de nós aprendermos como o Brasil pensa, como planeja e como luta”, disse o tenente-coronel Michael Harrison, comandante da 101ª Brigada Aerotransportada dos EUA.

“E há muita experiência que podemos passar, especialmente operando em altitude. Aprendemos tanto quanto ensinamos”, afirmou Harrison.

O exercício conjunto, batizado de Core 21, é uma parceria entre o Brasil e os Estados Unidos iniciada no começo deste ano.

Os exercícios envolvendo brasileiros e americanos devem ocorrer anualmente até 2028.

“Você interage e verifica o que eles estão fazendo de diferente e o que nós estamos fazendo de diferente”, afirmou o general brasileiro Tomás Ribeiro Paiva, comandante militar do Sudeste.

Segundo ele, a simulação de uma manobra defensiva foi realizada. Nela, tropas brasileiras e americanas são mobilizadas rapidamente para defender uma região desprotegida contra um exército inimigo.

Mas essa parceria acontece em um momento de elevada tensão entre Estados Unidos e Rússia na Ucrânia. Mais de 170 mil tropas russas se concentram na fronteira.

Isso porque Moscou não quer que a Otan (aliança militar ocidental) incorpore a Ucrânia e teme o avanço da influência americana sobre áreas próximas de suas fronteiras.

No mar ao sul da China, os Estados Unidos prometeram defender Taiwan de uma possível invasão da China.

Mas, apesar de instável, analistas dizem que um conflito na região não é iminente.

Por isso, o cenário já vem sendo chamado por analistas internacionais de “Guerra Fria 2.0”.

Brasil não se alinharia automaticamente a Exército americano
Mas, apesar de ser um aliado histórico dos Estados Unidos, o governo brasileiro tende a adotar uma posição pragmática se algum desses conflitos se concretizar. Ou seja, não haveria um alinhamento automático com os Estados Unidos.

Por outro lado, o Brasil busca diplomaticamente a condição de “aliado global” da Otan. Nela, poderia realizar não só treinamentos como o desta quarta-feira. A condição também permite comprar armamentos avançados dos EUA e comercializar produtos de defesa em condições privilegiadas.


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