Acu­sado de ra­cismo contra apre­sen­ta­dora da Globo é ab­sol­vido e vai pro­cessar emis­sora por danos ma­te­riais e mo­rais

Homem ab­sol­vido re­cen­te­mente do su­posto crime de ra­cismo contra a apre­sen­ta­dora da Globo Maju Cou­tinho, abriu um pro­cesso contra a jor­na­lista e a rede Globo em que pede R$ 800 mil reais de in­de­ni­zação por danos ma­te­riais e mo­rais.

A casa de Ba­tista foi alvo de uma ope­ração po­li­cial em 2015, onde um pro­motor do Mi­nis­tério Pú­blico de São Paulo e uma equipe da Rede Globo in­va­diram a re­si­dência.

Se­gundo a ação o pro­motor de­pois de in­ter­rogar a ví­tima por 6 horas en­tregou Kaique para a Rede Globo.

Kaique Ba­tista não chegou a ser in­ti­mado ofi­ci­al­mente e não es­tava acom­pa­nhado de ad­vo­gado. Seu nome foi vei­cu­lado no Jornal Na­ci­onal, com o ró­tulo de cul­pado sem se­quer ter um pro­cesso legal, teve sua casa ape­dre­jada, di­ante da si­tu­ação tenso o autor do pro­cesso não pode per­ma­necer na pró­pria casa com sua fa­mília.

Ba­tista perdeu o em­prego e não con­se­guiu mais re­co­lo­cação no mer­cado de tra­balho. Mesmo assim, frisa o do­cu­mento, após ampla in­ves­ti­gação, não foram en­con­tradas provas de en­vol­vi­mento de Kaique nos ata­ques pro­mo­vidos contra a Maju Cou­tinho.

A Rede Globo, o Mi­nis­tério Pú­blico de São Paulo e a apre­sen­ta­dora ainda até o mo­mento não se pro­nun­ci­aram.

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