Fux pede lealdade de candidatos e eleitores à Constituição

 

 

Após o recesso do meio do ano, hoje, 01, deu-se inicio aos trabalhos do segundo semestre no Supremo Tribunal Federal (STF), e em seu discurso de abertura dos trabalhos o presidente Luiz Fux, enfatizou que os candidatos e eleitores respeitem à Constituição e a manifestação de pensamentos políticos durante as eleições 2022.

“Em nome do Supremo Tribunal Federal, nunca é demais renovar ao país os votos de que nós, cidadãos brasileiros, candidatos e eleitores, permaneçamos leais à nossa Constituição Federal, sempre compromissados para que as eleições deste ano sejam marcadas pela estabilidade institucional e pela tolerância”, relatou.

O Ministro e Presidente da corte falou que durante o pleito deve ocorrer sem embates ou incidentes e que o resultado das urnas deve ser respeitado.

“O Supremo Tribunal Federal anseia que todos os candidatos aos cargos eletivos respeitem os seus adversários, que não são seus inimigos; confia na civilidade dos debates e, principalmente, na paz que nos permita encerrar o ciclo de 2022 sem incidentes. Nesse contexto de pluralidade e de interdependência, a prosperidade do nosso Brasil – seja qual for o resultado das urnas – exige que, ao longo de todo esse processo, sejamos capazes de exercer e de inspirar nos nossos concidadãos os valores da civilidade, do respeito, e do diálogo”, disse Fux.

Antes de encerrar o discurso Fux lembrou que em setembro deste ano ele deixará a presidência e que a Corte será presidida pela ministra Rosa Weber, e que o ministro Luís Roberto Barroso assume a vice-presidência da casa.

Já n próximo dia 16 de agosto, Alexandre de Moraes assumirá a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

LEIA MAIS:

Bolsonaro indica juízes para o Superior Tribunal de Justiça

O que saber sobre o confronto Bolsonaro-Lula no Brasil

Lula chama Bolsonaro de “troglodita” e diz que o presidente vai levar surra nas urnas

Bolsonaro reduz a diferença para Lula entre os mais pobres, aponta pesquisa

Ciro Gomes diz que “não há caminho” para apoiar Lula no segundo turno contra Bolsonaro

 

Avalie post