João Alberto, o Beto, já tinha sido condenado anteriormente

Nas fotos, Beto e a cena do espancamento no Carrefour.

 


O pai de João Alberto Silveira Freitas, o homem barbaramente espancado até a morte por seguranças do Carrefour, foi condenado no ano passado por injúria racial.
 Segundo sentença de primeira instância, João Batista Rodrigues Freitas envolveu-se numa briga de seu filho com a ex-nora, Marilene Santos Manoel, chamando-a de “negra macaca”.

Nesse mesmo processo, João Alberto e o pai também foram condenados por violência doméstica. O primeiro pegou 7 meses de prisão em regime semiaberto e, o segundo, 1 ano e 5 meses no regime aberto.

A agressão ocorreu em 28 de maio de 2019. Marilene contou que estava limpando a casa quando João Alberto passou na porta e a xingou. Depois, entrou e “passou a agredi-la com vários socos na cabeça, e feriu seu rosto com os dedos na região do nariz”.

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