Manifestação com críticas ao STF tomam conta das redes sociais

O Supremo Tribunal Federal (STF) se tornou alvo de protesto virtual nesta sexta-feira, 4. No início da noite, a Corte pauta duas hashtags que aparecem entre os assuntos mais comentados entre usuários do Twitter no Brasil. Além disso, há mensagens divulgadas em outras redes sociais, como Facebook e Instagram.

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No Twitter, #STFOrganizacaoCriminosa surge como o assunto mais popular de momento. A marcação #STFVergonhaNacional também figura no top 10, precisamente na terceira colocação. Colunista da Revista Oeste, Ana Paula Henkel foi uma das personalidades a se manifestarem contra o Supremo por meio da plataforma de microblogs.

Segundo o Instagram, a plataforma conta com mais de 360 mil postagens com a hashtag #STFVergonhaNacional. No Facebook, a mesma marcação aparece em 105 mil mensagens.

As críticas ocorrem no dia em que ministros do STF começaram a julgar — por meio de plenário virtual — ação a respeito da possibilidade de reeleição dos presidentes do Senado Federal e da Câmara dos Deputados. Conforme Oeste registrou mais cedo, Gilmar Mendes e Dias Toffoli pavimentaram essa liberação, apesar de a Constituição proibir reeleições às mesas diretoras das duas Casas legislativas.

Placar da votação

Quatro dos ministros do STF se colocaram favoráveis à possibilidade de reeleição nas presidências da Câmara e do Senado, cargos atualmente ocupados por Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Davi Alcolumbre (DEM-RJ), respectivamente. Nessa condição estão Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Ricardo Lewandowski.

Nunes Marques votou favorável à reeleição uma única vez. Decisão que na prática proíbe a continuidade de Maia à frente da Câmara, mas libera futura candidatura de Alcolumbre no Senado. O decano do STF, Marco Aurélio, foi o único a votar contra a possibilidade de qualquer reeleição às mesas diretoras.

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